Associação Comercial e Empresarial - Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei

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DINAMIZAR

 

SISTEMA DE INCENTIVOS – PROJETOS CONJUNTOSFORMAÇÃO-AÇÃO (FSE)

PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

“QUALIFICAÇÃO DAS PME”

I. Identificação e enquadramento do projeto:

Aviso: AVISO N.º 34/SI/2015

Projeto nº: POCI-03-3560-FSE-000004

Programa Operacional: Programa Operacional Competitividade e Internacionalização
Fundo: Fundo Social Europeu
Tipologia da operação: Formação-Ação para PME
Organismo Intermédio (OI):
CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal

Entidade Promotora: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE ABRANTES, CONSTÂNCIA, SARDOAL, MAÇÃO E VILA DE REI

Entidades Beneficiárias: Micro, Pequena e Médias empresas

II. Síntese do Projeto

O Projeto Dinamizar, incide sobre os fatores imateriais de competitividade das empresas, tendo como ponto de partida o reconhecimento de que as principais debilidades que afetam o tecido das micro e pequenas empresas do comércio e serviços e estão relacionadas com a qualificação dos seus ativos e com aspetos organizacionais das mesmas.

O projeto de Formação-Ação na Modalidade Projetos Conjuntos promovido pela ACEE e tendo como OI a CCP, abrange 25 PME de Comércio e Serviços da área de influência da associação.

Este projeto potencia o aumento das qualificações específicas dos colaboradores e as capacidades de gestão de empresas para encetar processos de mudança/inovação e aumentar a produtividade, abrangendo as áreas da Qualidade (implementação NP 4546) e do Desempenho Organizacional e de RH.

III. Objetivos específicos

Intensificar a formação dos empresários e gestores para a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como dos trabalhadores das empresas, apoiada em temáticas associadas à inovação e mudança, através de:

- Aumento da qualificação específica dos trabalhadores em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas;

- Aumento das capacidades de gestão das empresas para encetar processos de mudança e inovação;

- Promoção de ações de dinamização e sensibilização para a mudança e intercâmbio de boas práticas.

IV. Modelo de Intervenção

A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. Os tempos de formação e de ação surgem sobrepostos e a aprendizagem vai sendo construída através do desenvolvimento das interações orientadas para os saberes fazer técnicos e relacionais. Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização em alternância das vertentes de formação (em sala) e de consultoria (on the job) e, como tal, permite atuar a dois níveis:

- Ao nível dos formandos: procura desenvolver competências nas diferentes áreas de gestão, dando resposta às necessidades de formação existentes, abrangendo as áreas da Qualidade e do Desempenho Organizacional e de RH.

- Ao nível da empresa: procura aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/inovação nas empresas.

O Modelo de Intervenção baseia-se no ciclo PDCA (PLAN - DO - CHECK – ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo:

A. Diagnóstico e Definição do Plano de Ação:

Recorrendo à atividade de consultoria é efetuada uma avaliação das práticas correntes associadas à área de intervenção do Projeto e são identificadas as atividades-chave necessárias à concretização do mesmo. Em paralelo, é efetuado um diagnóstico formativo onde são identificadas as necessidades de formação da empresa, atendendo à caracterização dos seus Recursos Humanos, em termos de qualificações / níveis habilitacionais /competências detidas.

B. Planeamento do Plano de Ação;

Com base nas informações recolhidas é elaborado um Plano de Ação, contemplando as vertentes de Consultoria e Formação (alinhados com a área de intervenção escolhida). São definidas com os responsáveis da empresa as medidas a implementar no horizonte temporal do projeto.

C. Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação:

Constituição de equipas de trabalho que, em conjunto com os consultores, implementarão as medidas definidas nos Planos de Ação definidos no diagnóstico. São definidos os grupos de formação e ministradas as ações formativas definidas no plano.

D. Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas:

Definição de momentos de regulação da execução (avaliação de resultados intercalares), para acompanhar e controlar o grau de implementação do projeto no que respeita às atividades formativas e de consultoria. No final do projeto, é feito um balanço do progresso/análise evolutiva da empresa e dos resultados efetivamente alcançados. Os resultados obtidos serão disseminados, permitindo assim uma experiência de partilha entre empresas e impulsionando e motivando a implementação de boas práticas.

V. Áreas temáticas a intervencionar

A. Desempenho Organizacional e Recursos Humanos

Objetivo geral:

Melhorar os níveis de qualificação e de desempenho organizacional das PME do comércio e dos serviços.

Linhas orientadoras:

Esta intervenção está focalizada nas necessidades globais de ordem estrutural por parte das empresas, nomeadamente, ao nível do seu funcionamento, gestão, comunicação e marketing, incidindo sobre o desempenho individual dos recursos humanos e sobre os aspetos organizacionais e de eficiência coletiva. Pretende-se um impacto em três domínios:

- Competências dos ativos, com efeitos a nível individual;

- Modelo organizacional, com efeitos em toda a empresa;

- Reposicionamento da empresa face ao mercado em que atua, com efeitos em toda a empresa e nas suas relações com o exterior.

Público-alvo:

Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, com atividade nos setores do comércio e serviços.

B. Qualidade

Objetivo geral:

Preparação das PME do comércio e dos serviços para obtenção de um sistema de reconhecimento de qualidade, de acordo com especificação técnica do IPQ a criar no âmbito do subsistema português da qualidade e ajustado às especificidades deste segmento de empresas.

Linhas orientadoras:

Destina-se a empresas que se proponham obter o reconhecimento de qualidade e que serão objeto de intervenção por auditores certificados (quando concluídas as fases de formação e consultoria do processo formativo), visando obter a respetiva certificação, nos termos previstos na especificação técnica referenciada.

Durante a vigência do processo formativo, as empresas ajustarão os seus procedimentos e modo de atuar para se prepararem adequadamente para o sistema de reconhecimento subsequente.

Público-alvo:

Micro, pequenas e médias empresas até 100 trabalhadores, com atividade nos setores do comércio e serviços.

VI. Duração da Intervenção e n.º de participantes

Os projetos poderão ser desenvolvidos entre 2017 e 2018, com uma duração máxima de 24 meses, e de acordo com o seguinte padrão:

Tipologia

Total horas

Formação-ação

N.º horas de formação

N.º de horas de Consultoria

N.º de colaboradores a abranger por empresa

Formação

Consultoria

Micro

166

66

100

3

2

Pequena

200

80

120

6

3

§ Para as microempresas a componente de formação teórica funcionará exclusivamente em regime interempresas, com uma média de 3 formandos por empresa.

§ Para as pequenas empresas a componente de formação teórica será ministrada em ambiente intraempresa com a participação de uma média de 6 trabalhadores e uma carga horária de 80 horas.

 

§ A componente de consultoria, independentemente da dimensão da empresa, funcionará sempre nas instalações do estabelecimento da empresa a intervencionar.

Cofinanciado por:


c

   

COMUNICAÇÃO DE ALERGÉNIOS

Informação sobre ingredientes

que provoquem alergias ou intolerâncias

O Regulamento (UE) N.º 1169/2011, relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios, entrou em vigor a 13/12/2011 e entrará em aplicação a 13/12/2014.

Este regulamento determina que a presença de todos os ingredientes ou auxiliares tecnológicos enumerados no anexo II ou derivados de substâncias ou produtos enumerados no anexo II que provoquem alergias ou intolerâncias, utilizados no fabrico ou na presença de um género alimentício e que continuem presentes no produto acabado, mesmo sob uma forma alterada deve ser comunicada tanto em géneros alimentícios pré-embalados como em géneros alimentícios não pré-embalados. Esta disposição é aplicável a partir de 13/12/2014.

Continuar...
   

GUIA DE BOAS PRÁTICAS FISCAIS PARA O SETOR DA RESTAURAÇÃO E SIMILARES

GUIA DE BOAS PRÁTICAS FISCAIS PARA O SETOR DA RESTAURAÇÃO E SIMILARES

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) publicou um guia, com informações sobre boas práticas fiscais

 

para o setor da restauração e similares.

 

 


Consulte o Guia aqui

   

Programa de Eficiência Energética para PME

Caro Associado,

O GALP PROENERGY é um programa para PME que tem como objetivo

promovera redução dos consumos de energia elétrica. Contempla 5 horas

de formação gratuita, a decisores e gestores de topo de PME.


Após a formação, as PME poderão contar com a colaboração das

Agências de Energiae ambiente das suas regiões para receber

aconselhamentos sobre as melhores práticas deutilização da energia

nos seus setores de atividade e sobre as medidas a adotar para iniciar

a implementação do seu plano de eficiência energética, que poderão

depois candidatar ao selo Galp ProEnergy.

 

Dado o manifesto interesse desta ação para todas as PME, temos o

prazer de convidar a sua empresa a participar gratuitamente no

programa, ao abrigo de uma parceriaestabelecida entre a RNAE e a

ACE - Associação Comercial e Empresarial de Abrantes,Constância,

Sardoal, Mação, Vila de Rei.


Efetue a sua inscrição até 28/11/2014 no link abaixo indicado.

Para mais informações aceda a:

 

http://www.galpenergia.com/PT/Sustentabilidade/Paginas/Galp-ProEnergy.aspx

 

Estamos certos de que esta iniciativa
irá contribuir para um importante reforço
da competitividade da sua empresa.



   

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO

CÓDIGO DO TRABALHO – LEI 23/2012

Foi publicada a Lei 23/2012 de 25 de Junho, que altera pela terceira vez o Código do Trabalho; entrou em vigor a de 1 de agosto, e tem como principais alterações:

- Eliminação da majoração de férias (1 a 3 dias úteis) e de 4 feriados obrigatórios Corpo de Deus, 5 de Outubro, 1 de Novembro e 1 de Dezembro -, a partir de 1 de Janeiro de 2013; arts. 234º, 238º e 242 do CT.

- Eliminação do descanso compensatório devido pela prestação de trabalho suplementar em dia que não seja de descanso semanal obrigatório;

- Eliminação de algumas comunicações à ACT;

- Redução das indemnizações por despedimento; Redução da remuneração do trabalho suplementar;

- Criação do banco de horas individual e grupal;

- Alteração do regime de despedimento por inadaptação e por extinção do posto de trabalho;

Continuar...
   

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